9 de outubro de 2012

Eleições, Circo e os Palhaços...




Brasil, estranho país de corruptos incorruptíveis. O circo foi armado, quem usará a máscara de palhaço? “Eles” ou a Gente? E quem há de dizer que temos direito a escolha? Não somos apenas mais um tijolo da parede? Tragam suas celas, ponham suas viseiras. Tiraram-me a espada, mas ainda me restou um coração e uma mente. E que eu receba as bênçãos da Providência, para utilizar essas duas funções de forma consciente e com bastante clareza.

É a terceira vez que sou convocada a exercer a (Des) cidadania, e com todo (Des) prazer acompanho o lado hipócrita do brasileiro exaltado nessa época de eleições. O que são mais quatro anos no que diz respeito à respeito do que vale para nossa sociedade? O que venho percebendo é que ninguém gosta de assumir responsabilidade, palavrinha dura e cruel, para um país varonil, controverso, cheio de machões.

Mas pela primeira vez, senti uma sensação de “dever cumprido”. Vou explicar.  A “coisa” é o seguinte: vivemos em uma sociedade que supostamente tem seus valores construídos sob duas palavrinhas esquecidas atualmente: ética e moral. Palavras de ouro, que servem como base para que saibamos conviver em sociedade. Exercer a real cidadania é relembrar que não vivemos na Ilha do Umbigo e somos totalmente responsáveis pelo o que nos acontece e pelo o que acontece com os outros.

Então, isso se torna coletivo. Quando entra essas questões que definirão o rumo da coletividade não devemos ser totalmente alheios, dispersos ou individuais. Gandhi já dizia: olho por olho e mundo acabará cego. Mas o que vemos por aí, é o DNA da corrupção falar mais alto. É como uma semente não eclodida, mas plantada e esperando o tempo para germinar. É o bem e o mal que opera em cada ser humano só que uns optam em revelar suas sombras e seguirem a ilusão da luz que é refletida.

Os políticos, ironicamente, servem como o espelho. Eles refletem apenas aquilo que temos dentro de nós mesmos, seja o lado bom ou mau. A única diferença é que sua imagem é de domínio público enquanto “adormecemos” no anonimato. Falamos mal e exaltamos nossos nervos, reclamamos da conduta moral, mas esquecemos que eles estão ali, justamente porque nós votamos neles!

E o que venho percebendo é que a memória do brasileiro é relativamente escassa e efêmera no campo da política. Prova disso é um dos deputados, que mais fez lavagem de dinheiro público, cujo seu “patrimônio” no exterior é avaliado em mais de 100 milhões de dólares, até a polícia internacional estabeleceu um mandato de prisão caso o individuo ponha seus pés fora do Brasil, e o cara, foi reeleito novamente. Pode, um negócio desses? E qual é o nome disso? Burrice? Ignorância? Memória fraca? Gostar de tomar no toba? Ah! Reflexos, é o que constantemente Elegemos.

Todavia, anônimo ou não, temos uma parcela de responsabilidade dentro do coletivo, pois estamos elegendo uma pessoa que representará o “povo” e administrará o que são de nosso interesse. E infelizmente, o que vemos é o disco arranhado tocar na vitrola semi-usada. Elegemos as mesmas pessoas, com as mesmas propostas mesquinhas, com o mesmo pensamento unilateral e nada muda, até porque reclamamos das mesmas coisas: da falta de Educação, Saúde, do Desemprego e por ai vai. E somos obrigados a ouvir: “O Brasil desde que conheço é assim”... Será mesmo ou é pela falta da tentativa de fazer o que é correto? O que nos obriga a continuar condicionadas as más inclinações que perpetuam no homem? Acomodação? Levanta e sacode a poeira!

Nem sempre teremos respostas, Mas não quer dizer que devemos ser complacentes com o que é errado. E eu, quanto ao direito de votar em alguém que já começa antes da candidatura com uma postura (dês) ética e o não votar, sou mais a segunda opção, de preservar-me e utilizar conscientemente o real significado da palavra Cidadania. E essa é a sensação, minha parte foi cumprida. Seja a mudança que você quer ver no mundo, simples assim.      

24 de agosto de 2012

Dores Emocionais



A fragilidade é tão visível no coração dos seres humanos no que se referem as suas dores emocionais. São tantos medos, tantas assombrações, tantas fantasias doentias, tanto negativismo na fala, que nos atormentam diariamente e que matam lentamente os nossos sonhos, o prazer e a alegria de viver. Há sempre aqueles que preferem esconder suas dores emocionais, reprimindo toda suas desmotivações existenciais, em vez de buscarem a causa e a cura, não exteriormente, mas dentro de si mesmas. 

Por que é tão fácil não pensar no que realmente nos machuca? Porque o que nos machuca geralmente vem acompanhada da dor e tudo o que dói queremos distância. Todavia, esse é o meio mais doloroso de cuidar das feridas emocionais: fingir que elas não existem. Você acaba ficando anestesiado por um período, mas a dor continua lá... E acredite, sempre aparecerá algo para cutucar suas feridas mal cuidadas. É o famoso calcanhar de Aquiles. O ponto vulnerável que todos nós temos, mas que negamos e fingimos desconhecer... 

Vivemos ansiosos e preocupados em pleno século XXI, mas interiormente destruídos. Não ouvimos nossos anseios, não vemos nossas dores e não pensamos na cura para eles. Tudo é à base do imediatismo, se temos uma dor de cabeça à primeira providência é tomar um remédio sem prescrição médica. Se nosso corpo físico adoece repentinamente sequer pensamos nas atitudes, gestos e hábitos negativos que ao longo de anos acabaram gerando a nossa enfermidade. Então, deixamos para lá, porque é mais conveniente e é o que queremos é conveniência. Procuramos continuar seguros, pois olhar para dentro si traz uma insegurança... Eis o grande engano. 

Olhar para dentro si permite ver quanta ilusões são alimentadas, quanta decepção criamos e quantos problemas vemos, mas que são do tamanho de um feijão. E as dores emocionais precisam ser ministradas com carinho à gosto, dois terço de tolerância e uma barra inteira de compreensão. Vamos olhar para dentro com mais amor, cuidar de nossas dores e confiar, que com muita fé na Providencia, superaremos elas com cada sorriso dado ou com cada mudança de pensamento e atitude. Vamos ser mais positivos em relação a nossa vida e a vida com o próximo. Pois, os frágeis quando não se perdem na fragilidade de medos, possuem um brilho diferenciado e uma fé inabalável, que os motiva a serem corajosos com os desafios da vida. Mas, a felicidade é ainda maior quando eles conquistam as terras jamais exploradas dentro do maravilhoso universo que cada um carrega em si. 


Ovelhas cegas...




Infelizmente, por ter uma visão idealista demais de como uma sociedade deveria ser, acredito que nasci na época errada. É só ligar a televisão para vermos quanta bondade estar sendo espalhada, quanta alegria sendo disseminada, e como estamos nos tornando mais humanos e melhores com nossos semelhantes. Ironias a parte, o problema é que todas as MAZELAS tornaram habituais demais. Então, habitualmente o quadro triste reflete escandalosamente que espécies de humanos estão sendo formados a cada dia que se passa. Somos, a cada geração, uma espécie mais feliz, humanista, solidária, complacente, tolerante e menos doente psiquicamente? Infelizmente, não! Basta ir a um posto de saúde e veremos a precariedade do serviço público e o sofrimento daqueles que esperam serem atendidos. Tornou-se hábito, assim como ver notícias sendo espalhadas de crimes cometidos pelo “amor”, e como todo bom hábito, temos dificuldades para ver onde foi que começou e até que ponto está enraizado na sociedade. E os responsáveis sequer dão as caras, ninguém quer ser culpado. Infelizmente, tornou-se hábito encontrarmos políticos fraudulentos com seus bumbuns assentados, enquanto estamos debaixo do sol, rachando o coco, para pagar o salário do “fdp” que não faz nada em prol da comunidade e vive a custa de promessas não realizadas... Infelizmente, isso é hábito! Tornou-se normal encontrarmos pessoas, que não precisam ser necessariamente políticas, mas roubam, enganam e agem de má fé. Pois é... É hábito.

O sofrimento do “povo brasileiro” é construído diariamente e o bicho pega quando o mesmo, não tem recursos suficientes para se viver dignamente ou exercer a real função da palavra cidadania. Cada imposto cobrado e descontado de nosso suado salário vai parar no cú dos políticos ou nas cuecas, se isso for menos nojento, que supostamente deveriam está ali para administrar todo o nosso dinheiro de forma que beneficie a todos nós. A educação oferecida pelo governo é de primeira ou a saúde oferecida é de qualidade? Temos centros educacionais e culturais ou centros de reabilitação para jovens dependentes gratuitos que ofereçam assistência psicológica e social? Infelizmente, Não. O Brasil é a mãe dos impostos, e ai de você não obedecer o que a mãe fala, é tiro na certa!

Agora, imagine todo o dinheiro arrecadado com os impostos e você, brasileiro, fudido, que trabalha o mês inteiro para sustentar a família de cinco pessoas com um salário mínimo, se dar a ousadia de perguntar um dia: “Onde é que vai parar todo esse dinheiro?”

Os recursos mais básicos para exercer a “real cidadania” não são respeitados. Ninguém respeita nada, pois se houvesse mais o emprego da palavra RESPEITO, não haveria tantas mortes, crimes, fraudes, roubos, enganos, mentiras e por aí vai. Mas, como somos humanos, animais “irracionais”, temos certa dificuldade para enfrentar os monstros que residem na nossa psique e  que tomam proporções enormes quando são exteriorizados.

O Brasil, terra de samba e pandeiro, não oferece educação, saúde, moradia de qualidade, só o samba e pandeiro mesmo, pois isso tudo era o mínimo que todos deveríamos ter para viver dignamente.  E hoje, só tem direito quem pode e tem PODER. E são justamente o que “eles” preferem mesmo, construir esse buraco na sociedade, criando pessoas cheias de medos, problemas, desmoralizadas e doentes psicologicamente. É o que somos para “eles”, fantoches, ignorantes que contribuem para o plano maquiavélico da dominação mundial que beneficiarão apenas alguns, e como sempre a história está cheia disso. E se as coisas continuarem assim seremos devorados não apenas por eles, mas pelos nossos próprios “monstros”.

É tão triste ver que o Brasil é tão corrupto quanto à palavra corrupção... Mais triste ainda é existir pessoas que visam ganhos próprios, cegos com suas próprias ganâncias e alheios as dores daqueles que sofrem. O que falta para nossa nação progredir se temos tudo o que é necessário para sermos um país de primeiro mundo? Falta respeito, humanidade, compreensão, tolerância, verdade, integração... E Amor. 

Falta muita coisa, mas o dever de casa fica para cada brasileiro que precisa fazer uma reflexão a cerca de suas atitudes, pois como dizia Gandhi, mude seu interior e o exterior naturalmente mudará, agora imagine se todos os 7 bilhões de habitantes desse planetinha azul se proporem a tal ousadia?.. É a famosa reforma íntima que convido a todos fazerem, pois se as coisas continuarem como estão seremos a cada geração, pessoas mais infelizes, insatisfeitas, gananciosas, avarentas, intolerante, orgulhosas, egoístas e alheios as dores de quem sofrem. E o Mal não pode vencer essa batalha em que aparentemente o Bem parece está já cansado, pois há tempos em que essa luta entre o “céu” e o “inferno” está sendo travadas. Mas, o bem sempre triunfa ao lado dos JUSTOS. Quando um injusto governa, o povo se entristece e reclama... Mas quando o Justo governa, o povo se alegra. Para herdarmos o “paraíso” prometido por Jesus, temos que mergulhar interiormente, enfrentar o que for preciso para nos transformarmos em seres melhores, se renovar moralmente e renascer nas graças do Amor. Lembre-se, isso depende apenas da sua atitude, do seu compromisso com você mesmo e da responsabilidade que lhe foi atribuída.

Está faltando é sermos Homo Sapiens.

29 de julho de 2012

Mundo Louco, Filosofias, Um pouco de Mim, Passado, Feridas e as Pazes



O autoconhecimento divide-se em dois processos: a autoanálise e a aceitação. A autoanálise é uma reflexão a cerca dos processos inconscientes e conscientes que interage no seu interior. Compreender o funcionamento desses processos é bem complicado, todavia lhe oferece uma sensação libertadora. Procuramos antes de tudo, nos livrar de atitudes condicionadas que nos aprisionam na mesmice cinzenta. Para fazer surgir à luz temos que mergulhar na escuridão de nossas almas e embarcar nessa viagem sem medos da mudança que está para ocorrer. 

Eis que o confronto com o autoconhecer e a aceitação surge. Estão sendo duas semanas de longas conversas e filosofias, principalmente com duas pessoas em especiais que estão me ajudando a perceber alguns aspectos e pontos de vistas que eu não tinha ainda visualizado. 

Quem é leitor do blog, sabe que alguns posts foram dedicados especialmente a externar fatos que ocorreram comigo relacionados a um relacionamento amoroso que tive alguns anos atrás. Pois é, carrego comigo algumas feridas cravadas a níveis psicológicos de uma relação em que ambos saíram com suas expectativas frustradas e sonhos traídos. O problema é que eu não soube lidar naquele tempo com o julgamento excessivo das pessoas relacionadas a ele e a culpa tornava-se devastadora. Pois é, como todo pisciano legítimo, consegui me tornar “literalmente” a madre Teresa de Calcutá carregando os sofrimentos dos outros. Essa ferida estava cicatrizando aos poucos, mas lá no fundo existia uma dorzinha que incomodava. Essa dorzinha vinha da sensação de inacabado, como se tivesse alguma pendência a ser resolvida com essa pessoa. Entendia que essa dorzinha advinha da forma como tudo acabou entre nós. 

E algumas vezes não entrava no meu raciocínio de como o Amor poderia tornar-se Ódio. Como o Amor poderia não perdoar... Foi ai que cheguei a algumas conclusões: o Amor pode sim, perdoar, libertar você do ódio, do mal, de si mesmo e do mundo. Mas isso é pra quem AMA verdadeiramente. O Amor é muito mais do que os pronomes possessivos do “MEU” e “NOSSO”... O Amor não cabe em uma caixa pequena, mas ele expande-se para eu, você e todas as outras formas de existência do UNIVERSO e suas criações naturais. 

Outra conclusão que cheguei com essas semanas loucas de conversas filosóficas é que eu não conseguia aceitar o meu outro “eu”. Passei dois anos, após esse término, em um processo de culpa, acreditando que o relacionamento tinha fracassado devido as minhas atitudes imaturas (ô mania de se diminuir perante os outros...). Tudo bem, cada um tem uma parcela considerável de erros e atitudes infantis perante um ao outro, mas isso não nos retira a responsabilidade por nossos atos e isso não quer dizer que fulano errou mais que ciclano, ainda mais em uma relação que é construída por DUAS pessoas. 

Mergulhei nesse meu interior buscando respostas que explicasse tudo o que havia ocorrido. E descobri que Tudo parte de uma das leis inexoráveis de Causa e Efeito, Ação e Reação... É... Deus nos dar o livre arbítrio, mas quem já ouviu falar da Roda Cármica? O livre arbítrio vem justamente para que você faça o que é certo e o que vai te ajudar na sua evolução, mas quem disse que o passado não influencia em quem somos e nas nossas atitudes? Puts... Vi tudo acontecendo de novo e aquela sensação de que já tínhamos eu e ele passados pela mesma situação... Complicado demais... Complicado mesmo é eu não ter aceitado que aquela “Michele” fez parte de mim. Aquela “Michele” que explodiu tudo o que reprimia da forma mais desastrosa o possível. Sim, ela fez parte de minha sombra, me mostrou que não devo reprimir minhas emoções, pensamentos e mudar pra agradar alguém e é com ela que eu tenho que fazer as pazes e era ela que inconscientemente estava tentando mata-la e fingi que nunca a conheci, por causa do julgamento dos outros. E na moral, se falaram mal, apontaram dedos, vieram com lições moralistas que nem eles mesmos acreditavam, quem são “eles” para dizerem o que é certo e errado? 

Peço desculpas a você Michele. Peço meu perdão por ter reprimido você por tanto tempo. Essa criança frágil que desconhecia as consequências de suas atitudes, essa garota que buscava um sonho de conto de fadas, vem cá. Vem me dar um abraço, pois não há barreiras entre mim e você. Você me fez conhecer muitas coisas, me fez pisar em terras inimagináveis e fez com que a fé ressurgisse inesperadamente. Você com sua impulsividade e sem aparentes medos, me fez conhecer esse maravilhoso universo que existe dentro de mim. Fez-me reconhecer minhas sombras e resplandecer a mais intensa luz. 



 ...


O que não percebemos é que as várias facetas de nossa personalidade que se apresentam nos momentos importunos fazem partem do que somos: sombra e luz.

O bem e o mal operam constantemente, a cada minuto, frações de segundos, no que é externo e interiormente. Somos dualistas! A dualidade está presente na vida, mas os opostos são Um.  

Por isso, não negue suas fraquezas, admita suas falhas, não esconda suas qualidades e faça brilhar o que há de melhor em você. 

Vamos errar muito ainda, vamos machucar outras pessoas, vamos enfrentar situações adversas e vamos desviar do caminho de nossos sonhos. Vamos fingir ser quem não somos e vamos descobrir que por trás de tudo existe um propósito inquestionável da nossa existência. Vamos aceitar o que nos é dado e nos rebelar com o sistema instalado. Vamos primeiramente buscar ter, para perceber que o quê realmente importa é Ser, porque o ter e o ser são facilmente confundidos e totalmente opostos.

O Ideal de uma sociedade é que haja igualdade, respeito, liberdade e fraternidade. Se o mundo não se juntar e todos derem as mãos para enfrentar os males que nos atingem, continuaremos estagnados e acomodados com as injustiças que ocorrem diariamente. Não podemos permanecer cegos com as atrocidades e o certo jamais poderá tornar-se o errado. A Desigualdade, o conhecimento, a maldade, o poder e a religião não podem continuar separando as pessoas. Tenha olhos de ver e ouvidos de ouvir.
Vamos acordar dessa ilusão que está sendo construída nessa utopia.

Pense, mas não se distraia e continue vigilante. Não deixe dominar-se e controle a si. Abra os olhos, veja como estamos ficando cada vez mais robotizados.

Repare no mercado negro dos sentimentos, na banalização da vida, na fragilidade dos conceitos e na opulência que se tornou os nossos desejos. Veja a vaidade fluir de nossos gestos, o orgulho vestido no vermelho carmesim, a luxúria de nossos pensamentos e o lado negro espelhando-se nos nossos comportamentos. Tudo é uma farsa, sustentada pelas ovelhas cegas e construída pouco a pouco pelos cordeiros considerados santos.

E assim termino esse post, inacabado... Louco, intenso, resumindo essa semana de muitos acontecimentos interiores... Sem perder a fé e a esperança de que um dia tudo será melhor! 





22 de julho de 2012

Tolice



Tolice é ainda existir pessoas que tem a mentalidade de que são melhores que as outras por causa de seus conhecimentos e status... 

Tolice é avaliar pelo rótulo se você desconhece o conteúdo...



Tolice é achar que somos livres do preconceito e que temos a liberdade ao nosso favor.

Tolice é viver acreditando que a vida é tão insignificante, efêmera, pequena...

Tudo Tolice...

Tolice é não respeitar os direitos do próximo... Viver julgando, viver de aparências, darem importância ao que é frágil, sustentar e inflar nosso ego, viver acreditando que é livre e sem preconceitos, achar que é o maioral e dono da razão, e quem há de dizer o que é verdade nesse mundo onde aparentemente muitos buscam a ilusão camuflada nessa pseudo-realidade?

Tolice... Tudo isso é uma tolice... E lá estou eu entre os tolos, achando que sei alguma coisa pelo pouco que sei...